A catástrofe às vezes está apenas na sua cabeça

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“Numa noite escura, um homem andava no meio de uma floresta, quando de repente caiu. A única coisa que conseguiu fazer foi segurar-se em um galho. Quando olhou para baixo, só viu escuridão. Começaram, então, os pensamentos catastróficos: “Eu vou cair nesse abismo e eu vou morrer… Esse galho não vai aguentar por muito tempo e eu vou me machucar todo…”

À medida que o tempo passava, o galho ia se desprendendo, e cada vez mais o homem se desesperava, com medo de cair e morrer. A claridade foi chegando com a manhã, e só então ele percebeu que estava com os pés a apenas trinta centímetro do chão e que todo seu medo e sofrimento tinham sido infundados.

Quantas vezes na empresa ou em nossa vida pessoal não deparamos com situações semelhantes, que nos deixam angustiados sem motivo? Às vezes, o simples telefonema de um cliente já nos enche de angústia. O chefe nos chama, e já imaginamos que vamos ser demitidos. Antecipamos nossas angústias com perigos imaginários, que simplesmente não existem. São apenas suposições. Sentimos esses medos quando não estamos seguros do valor do nosso trabalho. Por isso é importante enxergar mais claramente o que você fez em seu trabalho e o quanto ele atende às expectativas de quem o contratou, seja um cliente, seja seu chefe.

Não permita que frustrações desnecessárias o levem a sentimentos de incapacidade. Procure corrigir-se rapidamente se perceber que o valor do seu trabalho está sendo questionado. Lembre-se: o caminho mais curto para atingir a autoconfiança será sempre a verdade.”

 

(Texto extraído do livro “O que podemos aprender com os Gansos” de Alexandre Rangel)

 

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